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O CONHECIMENTO A UM CLICK DE VOCÊ!

 


O alfabeto nasceu na Fenícia

Mais ou menos na mesma época em que os egípcios escreviam por meio de hieróglifos, desenvolvia-se na China um sistema de escrita que também fazia uso de desenhos estilizados, cada qual representando um ser, uma fato, uma idéia.
   Originalmente, esses caracteres reproduziam com fidelidade o modelo que deveriam expressar. Mas a necessidade de escrever depressa provocou uma progressiva simplificação os traços, o que foi tornando os sinais cada vez mais abstratos e dissociados daquilo que simbolizavam. Enquanto isso, outros povos sintetizavam suas formas de escrita, diminuindo o número de sinais empregados, o que tornava bem mais fácil o aprendizado e até mais fácil de se escrever.
   Os fenícios, que, como bons comerciantes gostavam de coisas funcionais e práticas, levando a simplificação às últimas conseqüências e acabaram desenvolvendo um sistema de escrita composto de 22 a 25 sinais. O novo  método modificava inteiramente a concepção tradicional de grafia. Em vez de indicar idéias complexas, seus sinais representavam unidades de som, as quais, em conjunto, constituíam as palavras como eram faladas. Dessa forma, escrever passou a ser a transcrição gráfica da linguagem que era falada pelos fenícios.
   Viajando por toda parte, os navegadores fenícios divulgaram seu sistema entre diversos povos, mas foi na Grécia que encontrou melhor recepção e teve condições para uma evolução rápida. Acrescentando sinais para as vogais, os gregos criaram o alfabeto (um método mais completo e flexível) que lhes permitiu criar algumas das obras mais importantes que até hoje já se produziram em literatura.

 

 

 

 

 

 

 

 

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